Deploying Diversity for Resilience and Livelihoods

Project Summary

Countries: Ethiopia

Delivery Partner: Bioversity International

Principal Investigator: Dejene K. Mengistu, Alliance Bioversity International and CIAT

Evidence generation on the impact of Ethiopia’s Green Legacy Initiative (GLI) on the regeneration of local plant species, habitat restoration, and other ecosystem services improvements to ensure resilience and livelihood improvement.

 

Challenge

We aim at understanding i) the improvement brought by GLI on local plant species diversity, ecosystem services improvement, including local climate, ii) the impact of GLI on socioeconomic aspects of the local community, and iii) the perception of the local community on the positive and negative (if any) aspects of GLI to drive lessons on its sustainability and upscaling.

Insight

The project undertakes participatory discussions to understand the perception of the local community on GLI, species registry, and ecosystem improvement audits. In studied areas, planting one tree species has assisted natural regeneration of 7 to 10 local plant species, largely improved habitats, and restored degraded lands and ecosystem services. The benefits to the local community span from the moderation of local climate to increased agricultural productivity. The enhancement of water resources is remarkable. There are also jobs and employment opportunities created for the locals. An extremely positive attitude developed towards GLI, which triggered interest in local communities to protect natural resources through sustainable utilization. We learned that the integration of economic activities into the forest resources is quite important.

Collaboration

We collaborate with local community, regional, zonal, and district-level offices of environmental protection, climate change, and biodiversity to implement project activities, participate in capacity-building training sessions, and engage in discussions.

Our results generated so far imply that the climate-resilient green economy growth model of Ethiopia is fast achieving its biodiversity conservation and ecosystem services restoration objectives.

Dejene K. Mengistu, Alliance Bioversity International and CIAT

Dr Dejene K. Mengistu

Dr Dejene K. Mengistu, a scientist at the Alliance of Bioversity International and CIAT, has a passion for enhancing the resilience and livelihood of the local community by working closely with them. His research focuses on deploying diversities for climate change adaptation, improving farm productivity and its diversity, and empowering the farming community through full participation in decision-making. Awareness creation through training and engaged discussion is his priority in his research areas. Dejene has published many journal articles, a book chapter, and books in his area of expertise.

 

Images show: 2) GLI assisted in the natural regeneration of local plant species 3) GLI supported restoration of degraded landscape 4) GLI improves habitat restoration for beneficial insects. Credit: Dejene K. Mengistu

Concurso de Bolsas de Investigação 2 (RGC2): O GCBC atribui 13,4 milhões de libras esterlinas em subvenções da APD do Reino Unido para investigação destinada a encontrar soluções baseadas na natureza para as alterações climáticas e a redução da pobreza

O RGC2 atribui 18 novas bolsas para projectos subvenções para projectos no valor de 13,4 milhões de libras com base no tema: “Promover a inovação na forma como a biodiversidade pode apoiar a resiliência climática e os meios de subsistência sustentáveis através da prática e da governação”.

Os pedidos iniciais de notas conceptuais para o segundo concurso de subvenções à investigação do GCBC (RGC2) ascenderam a 507, provenientes de parceiros principais em 60 países elegíveis para a UK-ODA. Esta resposta mais do que triplicou as 155 candidaturas apresentadas para a primeira ronda de subvenções em 2023. Das notas conceptuais iniciais, 56 candidaturas foram selecionadas para apresentar propostas completas.

As subvenções foram atribuídas com base em vários critérios, incluindo a contribuição das candidaturas para o contexto do tema RGC2. Para tal, foi necessário avaliar a compreensão dos candidatos quanto à forma como a resolução das lacunas de provas sobre o potencial das soluções baseadas na natureza que utilizam espécies menos utilizadas (plantas, animais, insectos, fungos, árvores, etc.) pode contribuir para

  • melhorar os meios de subsistência das populações pobres através de uma maior resistência às alterações climáticas;
  • satisfazer a procura de recursos ou serviçose
  • proteger e conservar os conhecimentos tradicionais e a biodiversidade.

Preencher estas lacunas de provas é fundamental para encontrar abordagens inovadoras que orientem a prática e a governação.

As alterações climáticas, a perda de biodiversidade e a pobreza são três dos desafios mais prementes que o mundo enfrenta atualmente e estão fundamentalmente interligados. As alterações climáticas, impulsionadas pela atividade humana, afectam cada vez mais e de forma negativa as pessoas e o ambiente natural. A perda de biodiversidade, que também resulta da atividade humana, está a provocar a degradação das paisagens e dos solos e a aumentar a insegurança alimentar. Esta exacerba O risco climático reduz a resiliência dos ecossistemas naturais e geridos. Infelizmente, as pessoas que vivem na pobreza são frequentemente as mais vulneráveis e as menos capazes de responder aos impactes das alterações climáticas e da perda de biodiversidade.

Ao trabalhar em parceria com cientistas, instituições de investigação e profissionais de todo o mundo, o GCBC procura desenvolver investigação inovadora e abordagens escaláveis para a conservação e utilização sustentável da biodiversidade. Isto terá um impacto na resistência dos ecossistemas às alterações climáticas, travando e invertendo a perda de biodiversidade, contribuindo para a redução da pobreza e ajudando os países a alcançar um futuro positivo para a natureza. O GCBC é financiado pelo Ministério do Ambiente, da Alimentação e dos Assuntos Rurais do Reino Unido trabalha em parceria com DAI como Gestor de Fundos Principal e Jardins Botânicos Reais, Kew como responsável científico estratégico.

Os 18 projectos adjudicados no âmbito do RGC2 serão executados em 16 países do Sul Global elegíveis para a APD do Reino Unido; sete países da América Latina (incluindo a América Central) e das Caraíbas (Brasil; Colômbia; Equador; República Dominicana; Guatemala; Panamá; Peru); seis da África Subsariana (República Democrática do Congo; Etiópia; Gana; Quénia; Tanzânia; República do Congo); e três do Sudeste Asiático e do Pacífico (Camboja; Indonésia; Vietname).

Onze dos projectos do RGC2 abrangem grandes áreas temáticas: Agroflorestação; abordagens lideradas pela comunidade; gestão integrada da terra/água; e restauração florestal. Sete dos projectos abrangem áreas de investigação mais específicas: Restauração de ervas marinhas; Mercados de carbono; Banco de sementes biodiversas; Restauração de mangais; Turfeiras; Uso da terra (nível da paisagem); e Espécies subutilizadas para restauração do solo.

Esta nova ronda de 18 projectos diversificados e inovadores representa uma consolidação do “Centro Global de Biodiversidade para o Clima” como programa emblemático de I&D da APD do Defra.Estes novos projectos darão continuidade à crescente reputação do GCBC no que respeita à produção de provas de elevada qualidade sobre a utilização eficaz e sustentável da biodiversidade para a resiliência climática e a melhoria dos meios de subsistência”. afirmou o Professor Gideon Henderson, Conselheiro Científico Principal do Departamento do Ambiente, Alimentação e Assuntos Rurais do Reino Unido.

“Como responsável pela gestão do fundo, a DAI tem o prazer de continuar a nossa relação com o Defra e, especialmente, de dar as boas-vindas aos candidatos selecionados que se juntam à carteira de projectos do GCBC para a próxima fase de desenvolvimento do programa. Através desta ronda de projectos, continuaremos a apoiar cientistas, académicos e instituições de investigação que trabalham para reforçar a capacidade, aumentar a colaboração, realizar projectos de grande impacto e partilhar a aprendizagem sobre o nexo biodiversidade-clima-subsistência que terão um impacto na resiliência dos ecossistemas às alterações climáticas, travando e invertendo a perda de biodiversidade e contribuindo para a redução da pobreza” afirmou Luqman Ahmad, Vice-Presidente Sénior da DAI.

“Na sua qualidade de líder científico estratégico, o Royal Botanic Gardens, Kew, congratula-se igualmente com os novos projectos que se juntam à crescente carteira de projectos. As novas provas, dados e conhecimentos sobre pressões/impulsionadores, soluções e facilitadores para os diferentes temas dos concursos de subvenções apoiarão a adoção de abordagens sistémicas na abordagem do nexo entre clima, biodiversidade e meios de subsistência. Ao compreender e gerir as interações complexas entre a ciência, a sociedade e os múltiplos sistemas em interação através de escalas temporais e espaciais, será possível recomendar soluções – abordagens orientadas para a mudança transformadora em diferentes sectores e regiões,” afirmou a Professora Monique Simmonds, Diretora Adjunta, Ciência (Parcerias), The Royal Botanic Gardens, Kew.

Os 18 projectos financiados pelo RGC2:

Avaliando os créditos de carbono como um mecanismo de financiamento sustentável para as finanças participativast participativa na Tanzânia – Beneficiário principal: Universidade de Agricultura de Sokoine, Tanzânia (País: Tanzânia)

Biodiversidade para a resiliência climática e social: Capacitação das comunidades costeiras em práticas de produção sustentável no Equador – Beneficiário principal: Escuela Superior Politécnica del Litoral – ESPOL, Equador (País: Equador)

Ciência da biodiversidade em apoio à conservação comunitária de florestas locais ameaçadas em TompotikaSulawesi Central: Proteger a biodiversidade, os serviços ecossistémicos e os meios de subsistência locais resistentes ao clima – Beneficiário principal: Jardim Botânico do Missouri (MBG), EUA (País: Indonésia) Potencial da biodiversidade para meios de subsistência resilientes no Baixo Omo, Etiópia – Beneficiário principal: Universidade de Leeds, Reino Unido (País: Etiópia)

BREL-Borneo: Benefícios da restauração da biodiversidade para os ecossistemas e meios de subsistência em Borneo – Beneficiário principal: Royal Botanic Garden Edinburgh, Reino Unido (País: Indonésia) Catalogação e Classificação de Oportunidades para Espécies Laterais na Restauração de Solos Agrícolas Degradados na África Subsaariana (CROSSROADS-SSA) – Beneficiário principal: Universidade de Aberdeen, Reino Unido (País: Etiópia)

Criação de um Banco de Sementes Intercultural e Biodiverso com os indígenas “Resguardo Puerto Naranjo” para melhorar os esforços de restauração e conservação em áreas degradadas na Amazónia colombiana – Beneficiário principal: Fundação TropenbosColômbia (País: Colômbia)

EMBRACE: Envolvimento das Comunidades Locais na Utilização de Culturas Menoressation for Biodiversity conservação da biodiversidade e enriquecimento dos meios de subsistência – Beneficiário principal: Conselho de Investigação Científica e Industrial – Instituto de Investigação de Culturas Research Institute (CSIR-CRI), Gana (Países: Gana e Quénia)

Possibilitando a restauração florestal em larga escala e resiliente ao clima na Amazônia Oriental – Beneficiário principal: Universidade de Lancaster, Reino Unido (País: Brasil) Explorando caminhos de uso sustentável da terra para ecossistemas, segurança alimentar e alívio da pobreza: oportunidades para o programa de propriedade alimentar da Indonésia – Beneficiário principal: Universidade de Sussex, Reino Unido (País: Indonésia)

Recuperação florestal em terras indígenas: Restaurar a biodiversidade para múltiplos serviços de ecossistema, resiliência da comunidade e sustentabilidade financeira através de estratégias e incentivos informados localmente – Beneficiário principal: Instituto de Investigação Tropical Smithsonian, Panamá (País: Panamá)

Gestão integrada da terra e da água do Grande Amanzule Sistema de zonas húmidas – Beneficiário principal: Universidade de Educação, Winneba, Gana (País: Ghana)

NATIVE: Gestão Sustentável da Paisagem Fluvial para Comunidades Ribeirinhas Resilientes – Beneficiário principal: Universidade de Lincoln, Reino Unido (Países: Colômbia e República Dominicana)

Soluções baseadas na natureza para a resiliência climática das comunidades locais e Icomunidades locais e indígenas na Guatemala – Beneficiário principal: Universidade de Greenwich, Reino Unido (País: Guatemala)

Realisealizar o potencial dos recursos biológicos vegetais como novas oportunidades económicas para a Amazónia equatoriana: desenvolver uma bioindústria sustentável e resistente ao clima – Beneficiário principal: Universidad Tecnica Particular de Loja, Equador (País: Equador)

Reconhecer e recompensar a contribuição dos conhecimentos indígenas para a gestão sustentável da biodiversidade – Beneficiário principal: Wildlife Conservation Society (WCS), EUA (País: Camboja) TRIALS: Traduzir a investigação em ação para os meios de subsistência e as ervas marinhas: Estabelecimento de estabelecer bases científicas para a restauração de ervas marinhas e o potencial de carbono azul, com o desenvolvimento de meios de subsistência sustentáveis para as comunidades costeiras no Vietname Central – Beneficiário principal: WWF-UK, Reino Unido (País: Vietname)

Utilização da biodiversidade para apoiar meios de subsistência resistentes ao clima em turfeiras tropicais intactas – Beneficiário principal: Jardins Botânicos Reais, Kew, Reino Unido (Países: Peru, República do Congo e a República Democrática do Congo)

 

Crédito da foto (Detalhe): Laitche

 

 

 

 

Kaboni kwa Misitu Yetu: Assessing Carbon Credits as a Sustainable Funding Mechanism for Tanzanian Village Forests

Project Summary

Countries: Tanzania

Principal Investigator: Dr. Kajenje Magessa, Lecturer, Researcher and Consultant in policy and natural resources governance, Department of Forest Resources Assessment and Management, College of Forestry, Wildlife and Tourism (CFWT), Sokoine University of Agriculture (SUA). 

Kaboni Kwa Misitu Yetu is evaluating the economic, social and governance feasibility of accessing carbon markets to help sustainably manage village forests in Tanzania.

Challenge

Villages manage nearly half of all forests in Tanzania but are struggling to ensure management is economically and socially sustainable. Potentially, selling carbon credits could provide vital revenues and there are some high-profile examples of Tanzanian villages accessing carbon finance.

However, the feasibility of accessing these funds is untested for most village forests: considerable economic, social, technical and governance challenges must be surmounted if this approach is to be scalable across the country. Capacity needs to be built in communities, districts and at the national level and the experiences of villages already benefitting from carbon finance need to be shared widely so that more communities can make well informed decisions about whether and how to participate in carbon markets.

 

Insight

To address these challenges, we are working with communities who have expressed an interest in accessing carbon markets.

We will;

• Evaluate the economic and social viability of carbon finance for village forests;
• Assess the capacity and governance needs of communities and other stakeholders;
• Assess the potential for carbon revenues from sustainably managing village forests;
• Organise peer-peer exchanges to promote learning between villages engaged in carbon markets, and those interested in engaging;
• Recommend how national and international policy should develop to help villages capture the global benefits generated by their forest management.

Collaboration

The project is led by researchers from Sokoine University of Agriculture, working closely with communities from five Village Land Forest Reserves as well as experts from Tanzania’s National Carbon Monitoring Centre and Bangor University, Wales, UK.

 

We aim to evaluate the viability of carbon credits as a source of funding for Tanzanian village forests, and build stakeholders’ capacity to make informed decisions about how to harness carbon markets to combat climate change, safeguard biodiversity, and alleviate poverty in Tanzania’s forested areas.

Dr Kajenje Magessa, Principal Investigator, Sokoine University of Agriculture.

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Dr Kajenje Magessa

Dr Kajenje Magessa is a distinguished social scientist primarily focused on forests and their role in sustainable development. She has an extensive background in empirical research, across a range of topics including Participatory Forest Management, policy analysis, natural resource governance and the socio-economic impacts of conservation on rural livelihoods. Prior to her current role Dr. Kajenje served as a research officer at Tanzania Forestry Research Institute for more than a decade and has been a visiting lecturer at the University of Göttingen in Germany and Bangor University in the United Kingdom.

 


Photograph (detail): Laitche

Biodiversity Potential for Resilient Livelihoods in the Lower Omo, Ethiopia

Project Summary

Countries: Ethiopia

Delivery Partner: University of Leeds

Project Partners: Arba Minch University, Cool Ground

Principle Investigator: Dr Marta Gaworek-Michalczenia, University of Leeds

Project Description

The project will fill knowledge gaps and elucidate the potential for biodiversity to contribute to and improve livelihood security, adaptation to climate change, and resilience in Ethiopia’s new Tama Community Conservation Area (CCA), where there is a data paucity to manage from.

As the local communities hold rich traditional ecological knowledge, the project will combine systemic biodiversity monitoring with ethnobotany and ethnozoology qualitative data, to address the biodiversity-livelihoods knowledge gap. Datasets will then be input into population models with climate projections to explore future change in biodiversity and thus livelihoods.

The project will co-create management plans for the CCA with its staff, making them climate-resilient. Throughout all activities, capacity building will take place for continuing biodiversity monitoring and resilience assessment by CCA staff through linkages with AMU, so that the CCA can practice evidence-informed adaptive management in the future.

The main impact is to improve social-ecological resilience for beneficiaries in the Mursi, Bodi, Bacha, and Aari communities. The project will contribute to outcomes across the following strategic science principles – creating wide participation to support capacity building for the CCA and communities through robust data collection, sharing best practices and demonstrating what works to inform policy in the Tama CCA, but also other CCAs to inform their sustainable management.

Photograph (detail): Rod Waddington

CROSSROADS-SSA: Cataloguing and Rating of Opportunities for Side-lined Species in Restoration of Agriculturally Degraded Soils in Sub-Saharan Africa

Project Summary

Countries: Ethiopia

Delivery Partner: The University of Aberdeen

Project Partners: International Water Management Institute, Hawassa University (HU) Central Ethiopia Agricultural Research Institute (CEARI)

Contact: jo.smith@abdn.ac.uk

We will catalogue and test use of “side-lined” or “underutilised” native plants to restore degraded soils in Ethiopia, characterising impacts on biodiversity, poverty alleviation, and climate adaptation and mitigation.

Challenge

Ethiopia faces the urgent challenge of restoring soil health while strengthening biodiversity, climate resilience and rural livelihoods. Despite the wealth of underutilized plant species in Ethiopia, such as drought-tolerant local crops, resilient perennials, nutrient-enhancing legumes, and bank-stabilizing vegetation, their potential remains largely untapped. Harnessing these species requires transformative land management that integrates indigenous practices with modern science.

The challenge is to build tools that capture traditional knowledge, new measurements and systems-based insights into soil, water, food, climate and farmer wellbeing. These tools must be adaptable, practical and co-designed with smallholder farmers, who are the primary agents of change, ensuring solutions are attractive, usable and widely disseminated. At the same time, policymakers need concise, actionable information to enable supportive frameworks. Achieving this integration across diverse stakeholders will determine whether Ethiopia can pioneer scalable approaches to soil restoration and resilience, offering lessons applicable across Sub-Saharan Africa.

 

Insight

Our project addresses the challenge of restoring soil health in Ethiopia by systematically cataloguing and characterising underutilised plant species with proven potential across Sub-Saharan Africa. Through systematic review, meta-analysis and systems modelling, we will build a comprehensive catalogue of species, enriched by community engagement in the Bilate catchment to ensure local relevance. Laboratory and field studies will then characterise their impacts on soil health, water retention, erosion control, crop productivity, climate adaptation, biodiversity and livelihoods. This integrated approach combines scientific expertise in microbial and plant diversity, dynamic simulation modelling, and socio-economic analysis with traditional knowledge and farmer perspectives.

The expected impact is a set of co-designed tools and dissemination methods, ranging from mobile apps and decision-support systems to paper-based formats in local languages, that empower smallholder farmers and inform policymakers. By evaluating dissemination strategies and framing training toolkits, we aim to ensure uptake and sustained use. Insights gained to date highlight the importance of combining indigenous practices with scientific studies and modelling to capture system-wide interactions between soil, water, biodiversity and livelihoods. This participatory, systems-based approach will generate scalable solutions for soil restoration and resilience, with lessons applicable across Sub-Saharan Africa.

 

Collaboration

The project is led by the University of Aberdeen, bringing multidisciplinary expertise across soil science, biodiversity, economics and climate resilience. Jo Smith (soil modelling) and Georgios Leontidis (machine learning) contribute to cataloguing under-utilised species, while Hawassa University contribute expertise in conservation and community engagement (led by Awdenegest Moges). From the University of Aberdeen, Paul Hallett (soil health, erosion), David Burslem (tropical biodiversity), Cecile Gubry Rangin (microbial ecology), Pete Smith (global change) and Euan Phimister (rural economics) bring expertise to characterise impacts on soil health, biodiversity, climate resilience and livelihoods.

Work led by Wolde Bori (International Water Management Institute) adds strengths in soil stabilisation, hydrology, irrigation, food production and gender inclusion. Getahun Yakob (Central Ethiopia Institute of Agricultural Research, Ethiopia), brings expertise in agroforestry and soil management, supporting field sites, and leading dissemination and community engagement. Together, these partnerships ensure robust, interdisciplinary delivery and impact.

For years we have focussed on using organic wastes to increase soil organic matter. This often doesn’t work because households have other pressing needs for organic wastes, such as energy provision or building. By drawing on under-utilized plants, we open up new ways to improve soil health, benefitting the community by increasing crop production and climate resilience, while also promoting the unique biodiversity of these rich ecosystems.

Prof Jo Smith, University of Aberdeen


Professor Jo Smith

Jo Smith is Professor of Soil Organic Matter and Nutrient Modelling at the University of Aberdeen, specialising in systems modelling and sustainable land management. She has extensive experience leading interdisciplinary projects on agriculture, climate resilience and ecosystem services, with a strong track record of collaboration across international research networks.

Her work integrates biophysical modelling with socio-economic perspectives to assess impacts of land use change, organic waste recycling and underutilised plants on soil health, biodiversity, and livelihoods. As Principal Investigator, she will coordinate project delivery, ensuring robust scientific outputs and effective dissemination to global policy and practitioner communities.

 


Photo Credits: 1) Scientists from the project and participating farmers sit together in an outdoor circle, engaged in discussion. Photo credit: Prof. Awdenegest Moges. Header Image: Photography (detail): A. Davey

EMBRACE: Engaging Local Communities on Endangered Trees and Minor Crops Utilization for Biodiversity Conservation and Livelihood Enrichment

Project Summary

Countries: Ghana, Kenya

Project Partners: AgroCircle, Kumasi-Ghana, Biodiversity Research Support Services, UK, iSLED, Kumasi-Ghana, Rowetwo Tree Nursery, West Pokot-Kenya

Principal Investigators: Dr Clement Oppong Peprah, Research Scientist, Council for Scientific and Industrial Research-Crops Research Institute and Dr. Jeannette Aduhene-Chinbuah, Research Scientist, Head of the Plantain and Banana Section at CSIR–Crops Research Institute, Ghana and adjunct lecturer at KNUST.

Challenge 

EMBRACE responds to the pressing challenge of biodiversity loss and climate vulnerability in smallholder farming systems across Ghana and Kenya. Rural communities depend heavily on natural resources for food, income, and cultural identity, yet rapid deforestation, land degradation, and the neglect of underutilized crops and endangered tree species threaten their resilience. Traditional knowledge on sustainable land management is gradually being lost, while modern farming practices often overlook the importance of ecological balance. This creates a dual challenge: how to restore degraded ecosystems while also improving livelihoods in ways that are socially inclusive and climate-resilient. The project therefore seeks to bridge scientific evidence with community knowledge, developing agroforestry models and conservation strategies that safeguard genetic diversity, enhance ecosystem services, and ensure fair benefit-sharing.

Insight

Through ecological surveys and aerial mapping, EMBRACE has built a robust evidence base to understand the richness of species, the extent of land degradation, and the potential for restoration. This scientific foundation is being paired with community co-creation, where farmers, traditional leaders, and local institutions help design agroforestry farmstead models that integrate endangered tree species with underutilized food crops. These farmsteads not only safeguard genetic diversity but also provide sustainable livelihood opportunities through practices such as beekeeping, snail rearing, and mushroom cultivation.

 

Collaboration

EMBRACE thrives on strong partnerships that bridge science, policy, and community action. At its core, the collaboration between the Council for Scientific and Industrial Research Crops Research Institute (CSIR-CRI) in Ghana, CSIR-Forestry Research Institute, the Kenya Forestry Research Institute (KEFRI), and the University of Eldoret in Kenya, ensures a cross-country exchange of expertise and experiences. These institutions provide scientific rigour, technical capacity, and policy engagement pathways to embed project findings into national strategies. Beyond research partners, the project works closely with local communities, traditional authorities, district-level Forestry and Agriculture offices, and smallholder farmer groups, ensuring co-creation and ownership of solutions.

With EMBRACE, we are together with local communities planting legacies. Every seed conserved, every degraded land restored, carries the promise of biodiversity, culture, and resilience for posterity.

Dr Clement Oppong Peprah, Principal Investigator, Council for Scientific and Industrial Research-Crops Research Institute

Dr. Clement Oppong Peprah

Dr. Clement Oppong Peprah is a Research Scientist (Agronomist) at the Council for Scientific and Industrial Research-Crops Research Institute (CSIR-CRI), Ghana. He co-leads the EMBRACE project, focusing on biodiversity conservation, climate resilience, and sustainable agroecosystems. His research spans food systems, agroforestry, and community-based adaptation strategies, with a strong emphasis on gender equality and social inclusion. Dr. Peprah has worked on multi-institutional projects across sub-Saharan Africa and contributed to policy dialogues on climate-smart agriculture. Passionate about bridging science and community action, he works to ensure that research translates into practical solutions for resilient livelihoods. He holds a PhD in Agricultural Science from the Tokyo University of Agriculture and Technology, Japan.

Dr. Jeanette Aduhene-Chinbuah

Dr. Jeannette Aduhene-Chinbuah is a Research Scientist and Head of the Plantain and Banana Section at CSIR–Crops Research Institute, Ghana, and an Adjunct Lecturer at KNUST. She co-leads the EMRACE Project, advancing biodiversity conservation, climate resilience, and sustainable agroecosystems. She earned a PhD in Biological Production Science (Soil Chemistry) from Tokyo University of Agriculture and Technology, where she also served as Assistant Professor. Her work integrates science and practice to strengthen farming communities through food systems, agroforestry, and inclusive climate adaptation. With expertise in gender-responsive approaches, she contributes to multi-disciplinary projects and climate-smart agriculture policy.

Gestão integrada da terra e da água do sistema de zonas húmidas do Grande Amanzule

País: Gana Responsável pelo projeto: Universidade de Educação, Winneba – Gana Resumo: A zona húmida de Greater Amanzule (GAW) está ameaçada pela mineração artesanal, alterações climáticas, plantações de borracha e agricultura de subsistência, apesar do seu apoio ecológico à fauna e à flora. As principais intervenções têm-se centrado menos nos sistemas hidrológicos do GAW. Este projeto procura colmatar esta lacuna de conhecimento através de pacotes de trabalho: sistemas hidrológicos e análise de serviços ecossistémicos; agricultura inteligente em termos de clima para as famílias; e desenvolvimento de ferramentas de decisão e resumos de políticas para melhorar os esforços de conservação. Os resultados esperados são: i) mapas de uso da terra e base de dados espaciais indicando áreas de degradação significativa para informar as actividades de restauração; ii) mapas hidrológicos e relatórios sobre o nível de poluição; iii) relatório de serviços de ecossistema para compreender o benefício do ecossistema da GAW para as famílias e os desafios que afectam os serviços; iv) melhoria das actividades de subsistência de mais de 400 agregados familiares a serem formados em apicultura, agroflorestação e viveiros de espécies nativas; v) mapas e relatórios indicando a paisagem restaurada; vi) ferramentas de apoio à decisão para funcionários do governo e partes interessadas para melhorar o planeamento e as decisões ecológicas; e vii) divulgação de relatórios e resumos de políticas. O objetivo final é ajudar a melhorar os meios de subsistência das famílias e os serviços ecossistémicos da GAW sob as pressões crescentes do homem e das alterações climáticas. Além disso, ajuda o Gana a conservar as suas zonas húmidas e a manter as suas Contribuições Nacionais Determinadas no que diz respeito ao carbono.

Utilização da biodiversidade para apoiar meios de subsistência resistentes ao clima em turfeiras tropicais intactas

Países: Peru, República do Congo e República Democrática do Congo Chefe de fila: Royal Botanic Gardens, Kew, Reino Unido Resumo: As turfeiras tropicais estão ameaçadas pelas alterações climáticas e pela pressão humana. O recente aumento das inundações e secas graves ameaça as espécies das turfeiras e os meios de subsistência das pessoas que delas dependem. No Sudeste Asiático, a agricultura comercial intensiva degradou fortemente as turfeiras através da drenagem em grande escala e da conversão em plantações. Entretanto, as turfeiras da Amazónia e da bacia do Congo permanecem em grande parte intactas, mas estão em risco devido à expansão da agricultura e a novas infra-estruturas. A proteção das turfeiras ricas em carbono das bacias do Amazonas e do Congo é vital para preservar a biodiversidade, apoiar os meios de subsistência e atenuar as alterações climáticas. Este projeto permitirá uma mudança radical na compreensão (i) da biodiversidade das turfeiras, (ii) da resiliência das espécies úteis das turfeiras a secas ou inundações mais frequentes e (iii) das oportunidades de utilização da biodiversidade para apoiar os meios de subsistência. Os resultados informarão as políticas, identificando as espécies que devem estar no centro da gestão das turfeiras.

Natureza e criação

Países: Indonésia, Tanzânia, Filipinas Parceiro responsável pela execução: Instituto Internacional para o Ambiente e o Desenvolvimento Resumo do projeto: Trabalhando em estreita colaboração com os pequenos agricultores da Indonésia, das Filipinas e da Tanzânia, o projeto irá combater a perda de agrobiodiversidade, que reduz as opções de subsistência e a resistência às alterações climáticas. Utilizando as mais recentes metodologias de coprodução de investigação, melhorará os dados sobre a forma de aumentar a escala de sistemas de produção inclusivos, resilientes e agrobiodiversos a nível mundial. Criará redes de investigação de base local e ligadas internacionalmente que reforcem a aprendizagem contínua a longo prazo e o apoio às capacidades em torno das melhores práticas com os pequenos produtores, promovendo parcerias multidisciplinares que defendam eficazmente melhores políticas, potenciem os investimentos públicos e privados e impulsionem a transformação do modo como produzimos alimentos, combustíveis, fibras e medicamentos que sejam benéficos para a natureza, o clima e os meios de subsistência.

Agroflorestação multifuncional para a Etiópia

Parceiro de execução: Centro Internacional de Investigação em Agroflorestação

Resumo do projeto: O projeto produzirá provas sobre a forma como os sistemas das terras altas da Etiópia podem ser melhorados para um futuro com maior biodiversidade que apoie a melhoria dos meios de subsistência e a redução da pobreza. Ao comparar os sistemas agroflorestais tradicionais e modernos em quatro regiões da Etiópia, o projeto implementará um conjunto de sistemas agroflorestais multifuncionais baseados no conhecimento em propriedades rurais, áreas agrícolas e centros de recursos rurais modelo para promover a adoção da agrofloresta multifuncional. O projeto irá gerar ferramentas, abordagens, produtos de conhecimento e reforço de capacidades escaláveis para milhares de agricultores das terras altas. Desenvolverá também uma estratégia, parcerias e infra-estruturas para lançar as bases de uma maior recuperação dos solos, da proteção da biodiversidade, da redução da pobreza e de uma maior resiliência dos ecossistemas.